segunda-feira, 3 de março de 2014

Compra de ingressos e seguro viagem



Neste ponto, não há muita diferença no que diz respeito aos custos praticados pelas diferenças agências de viagens.

O seguro viagem DEVE ser adquirido, pois é impossível saber o que acontecerá na viagem e, sem ele, a assistência médica pode custar uma fortuna. Este seguro é só para necessidades médicas ou problemas extraordinários. O acionamento do seguro se dá por telefone, porém, está vinculado com autorizações que te levam a ter atendimento apenas em locais conveniados. Enfim, você não usará o seguro a menos que fique doente. Mas, sem ele, será muito pior.

Quanto aos ingressos, eles se dividem em 4 categorias:

- Parques da Disney: Magic Kingdom, Epcot, Hollywood Studios, Animal Kingdom, Blizzard Beach, etc
- Parques da Universal: Universal Studios, Island of Adventure
- Parques da SeaWorld: SeaWorld, Busch Gardens, Discovery Cove
- Outras atrações e parques sem vínculo com as empresas acima: Legoland, Kennedy Space Center, vôos de Balões, jantares temáticos, pistas de kart, mini-golfe, etc

Basta verificar dentro da quantidade de dias desejada quais são os lugares preferidos. Não é uma boa idéia ir em mais de um lugar no mesmo dia. Na verdade, o ideal seria ter mais de um dia para cada atração. No caso dos parques da Disney, por exemplo, é muito difícil conhecer o parque todo em um dia.

Quanto mais dias se compra para os parques de uma empresa, mais barato fica cada ingresso. Por exemplo, ao comprar 1 ingresso para a Disney o preço por ingresso é muito mais alto do que 8 dias em parques da Disney. O mesmo se aplica aos parques da Universal.

No caso do SeaWorld, o ingresso mais caro é o do Discovery Cove, quando escolhido o pacote para nadar com os golfinhos - por volta de 250 dólares por pessoa. Ainda assim, é possível visitar essa atração sem incluir o nado com os golfinhos.

É possível, ainda, na compra dos ingressos, comprar também pacotes de refeição (restaurantes) para a alimentação nos parques. A alimentação não é muito barata e uma vantagem disso é que é possível parcelar o valor das refeições junto ao valor dos ingressos. A desvantagem é que não dá pra prever muito bem a dinâmica do dia. Pode ser que, para aproveitar melhor o dia no Hollywood Studios da Disney, por exemplo, você prefira deixar para jantar após sair do parque.

O ideal é comprar o pacote para os 4 parques da Disney e repetir, no mínimo, o Magic Kingdom - o maior parque e mais adequado para as crianças. No caso dos parques da Universal, é interessante reservar no mínimo um dia para cada um. Para o SeaWorld, é possível escolher apenas o parque principal ou incluir o Busch Gardens (se gostar muito de montanha russa) e Discovery Cove (se quiser nadar com golfinhos). Isso sem contar com as outras atividades que podem ser compradas com antecedência. Tudo depende do número de dias da viagem.

Os ingressos também podem ser adquiridos nas bilheterias dos parques (ficam um pouco mais caros), na agência AllTours (na internet e nos EUA), em sites especializados e também em lojas especializadas dentro da cidade de Orlando, como nos quiosques do Premium Outlets (ficam mais baratos, mas depende de disponibilidade)

Quase todos os parques são dentro de Orlando, exceto Busch Gardens (Tampa) e Kennedy Space Center.

Crianças abaixo de 3 anos não pagam ingresso, exceto no Legoland e nos jantares temáticos.

Locação do carro



A locação do carro pode estar agregada ou não à compra do aéreo e hotel.

Alguns dizem que é essencial alugar um carro ao realizar uma viagem aos EUA mas isso depende. Se você realizar um vôo até Miami, são 4 horas de rodovia até chegar a Orlando. Nesse caso, seria necessário pegar um ônibus com todas as bagagens (imagine na volta, com as compras junto) ou, realmente alugar um carro.

Os parques de diferentes redes são distantes uns dos outros. Se você irá apenas numa rede de parques (por exemplo, apenas nos parques da Disney) e ficar hospedado num hotel da Disney, os ônibus da rede Disney irão te transportar a qualquer dos parques. Se irá em parques de redes diferentes, será necessário o carro.

Logo, é mais provável que seja necessário o carro.

Quando alugamos um carro com uma agência de viagens do Brasil pagamos a locação do carro sem a inclusão do combustível, impostos, GPS e cadeirinha de bebê. Somados, esses itens aumentarão para consideravelmente o valor da locação. Se for de Miami a Orlando de carro, terá ainda um custo de cerca de 100 dólares de pedágios. Além disso, você pode desejar fazer um upgrade, ou seja, melhorar o carro que você alugou, trocando o modelo. O mais simples é o "econômico mini", que corresponde a um um veículo para 4 passageiros com 2 malas.

Normalmente os americanos utilizam carros grandes, como SUVs, ou carros de alto padrão, pois lá os valores dos veículos são menos da metade do praticado no Brasil. Carros considerados de classe média são Chevrolet Cruze e Toyota Corolla com todos os seus "opcionais" (que lá são itens obrigatórios). Podem ser boas opções para uma família até 4 pessoas com até no máximo 8 malas.

Nos EUA, quem abastece o veículo é o próprio motorista, através de cartão de crédito.

Outro ponto importante: o veículo deve ser devolvido com o tanque cheio.

Escolha e compra do Hotel



Para pagar menos, a escolha é simples: é possível escolher um hotel vinculado a uma rede de parques ou um hotel que não tenha vínculo com uma rede de parques.

Há hotéis de 2 estrelas extremamente baratos em Orlando e que atenderão às necessidades do hóspede. Porém, quando você se hospeda num hotel da Disney, Universal ou SeaWorld, além do conforto e de ter um hotel com temática toda personalizada, você não paga estacionamento quando vai em parques daquela rede. E também, quando sai do hotel, as placas de sinalização dos parques ajudam você a encontrar seu hotel.

Particularmente, o melhor custo benefício na minha opinião fica com o All Stars Resort da Disney. Pontos fortes:

- Muito limpo e organizado!
- Há placas em toda a cidade de Orlando indicando o caminho para a Disney e para o hotel.
- Diária só um pouco mais cara do que a dos hotéis que ficam fora dos parques
- Próximo dos parques da Disney
- Decoração temática com personagens gigantes da Disney, que agrada as crianças
- Todos os quartos com ar condicionado
- Possui piscina para adultos e crianças, fliperama, loja interna da Disney, playground, restaurante interno, etc. Ótimo para descansar em um dia em que não for nos parques.
- Se você alugou carro, não pagará estacionamento nos parques da Disney
- Se não alugou carro, o hotel oferece ônibus que partem o tempo todo para os quatro parques da Disney
- Excelente sistema de aquecimento de água
- Quartos que comportam até 4 hóspedes ou 4 hóspedes e mais um bebê

Outra boa opção da Disney, mas um pouco mais caro, é o hotel Art of Animation. Possui suites personalizadas com os temas de filmes da Disney como Carros, Pequena Sereia, etc. É um pouco mais caro, mas, eventualmente, há promoções com alguns quartos de menor demanda.

Os hotéis da Universal e do SeaWorld também podem ser interessantes.

Há ainda, dentre opções não muito caras, a possibilidade de se alugar uma casa. Até mesmo dentro dos resorts da Disney há casas para locação, as quais chamam de "Villas de luxo". Dentro da Disney, estas casas possuem preços bastante altos. Fora, os preços podem cair bastante. Por fim, existe ainda uma área para acampamentos na Disney, mas esta é uma possibilidade que não recomendo para alguém que faça uma viagem internacional.

Escolha e compra da companhia de viagens e companhia aérea



A melhor forma de escolher a agência com quem irá viajar é através dos preços oferecidos e condições de parcelamento, pois, fora isso, os produtos serão iguais ou quase iguais em qualquer agência. Os únicos diferenciais são luxos como os "guias", mas, se você tem um conhecimento intermediário de inglês, eles serão dispensáveis. Outro diferencial que ocasionalmente é oferecido é o translado aeroporto-hotel, mas geralmente não justificam o aumento do preço do pacote. Enfim, a agência tenta lhe vender um pacote que te passe mais segurança, mas, acaba aumentando o valor e inviabilizando a viagem para quem quer gastar pouco.

Quem precisa parcelar o pagamento tem como opções cartão de crédito, cheques e boletos. Cada agência trabalha de sua forma diferente. Agências online (decolar, viagem listo) geralmente só aceitam cartão de crédito como forma de pagamento parcelado.

A solução para que se parcele a viagem na maior quantidade de vezes o possível é comprar primeiro, com bastante antecedência o áereo e hotel e parcelar no máximo de vezes. Depois, às vésperas da viagem, iniciar o parcelamento dos ingressos, veículo e seguro viagem.

Por exemplo, digamos que uma pessoa que vai viajar sozinha vá gastar 4 mil reais com o aéreo e hotel e mais 3 mil reais entre os ingressos, veículo e seguro viagem. Os ingressos, em algumas companhias, pode ser parcelado em até 6x. O aéreo e hotel pode ser parcelado em 10x no cartão ou boleto ou em 6x no cheque. Dessa forma, uma pessoa que deseja viajar em dezembro pode pagar sua viagem da seguinte forma.


JANEIRO (1/10 do aéreo e hotel) R$400
FEVEREIRO (2/10 do aéreo e hotel) R$400
MARÇO (3/10 do aéreo e hotel) R$400
ABRIL (4/10 do aéreo e hotel) R$400
MAIO (5/10 do aéreo e hotel) R$400
JUNHO (6/10 do aéreo e hotel) R$400
JULHO (7/10 do aéreo e hotel) R$400
AGOSTO (8/10 do aéreo e hotel) R$400
SETEMBRO (9/10 do aéreo e hotel) R$400
OUTUBRO (10/10 do aéreo e hotel) R$400
NOVEMBRO (1/6 dos ingressos, veículo e seguro viagem) R$500
DEZEMBRO  (2/6 dos ingressos, veículo e seguro viagem) R$500
JANEIRO (3/6 dos ingressos, veículo e seguro viagem)  R$500
FEVEREIRO (4/6 dos ingressos, veículo e seguro viagem) R$500
MARÇO (5/6 dos ingressos, veículo e seguro viagem) R$500
ABRIL (6/6 dos ingressos, veículo e seguro viagem)  R$500

Dessa forma, mesmo as agências oferecendo o parcelamento em no máximo 10x, a viagem foi parcelada em 16x.

Algumas das agências mais convidativas no que diz respeito a condições de parcelamento e pagamento serão descritas aqui. Atente às características, vantagens e desvantagens de cada uma. Todas estas agências vendem aéreo, hotel, aluguel de veículo, ingressos e seguro viagem - comprados juntos ou separados.

CVC (Em todo o Brasil) - A grande vantagem da CVC é poder parcelar o pagamento em 10x no boleto bancário, tornando a viagem possível para quem não tem um limite alto de cartão de crédito.Porém, se você só for comprar os ingressos, o parcelamento máximo diminui para 4x. Outra vantagem é que na época do Black Friday e em determinadas ocasiões do ano existem ações promocionais que reduzem a cotação do dólar, diminuindo o valor do pacote. A desvantagem é que não é uma das empresas mais baratas.

TAM (Em todo o Brasil) - A TAM não é uma das agências mais baratas. Se orçar o mesmo pacote com a TAM e com algumas outras agências, provavelmente a TAM não será a opção mais barata. Eventualmente, em épocas de baixa temporada, aparecem pacotes diferenciados.

DECOLAR (Online) - A Decolar parcela a viagem inteira em até 12x sem juros pelo cartão de crédito. Não realiza parcelamento no boleto ou cheque.  No caso dos ingressos, para cada 4 ingressos da Disney, oferecem um dia grátis. A Decolar não vende ingressos para os parques da Universal e SeaWorld. Sendo assim, só é possível comprar o pacote inteiro pela Decolar se você tem um limite de cartão de crédito muito alto. Mas, são uma boa opção para compra dos ingressos para a Disney. Os preços são geralmente bastante competitivos, abaixo da média. Porém, a assessoria para a compra é ruim, acontece apenas por telefone e muitas vezes você deve esperar bastante tempo na linha para ser atendido.

VIAGEM LISTO (Online) - É uma das empresas que oferece os custos mais baixos, porém, um dos piores suportes ao usuário. Você monta o pacote no site, online, assim como acontece no site da Decolar. Os pagamentos geralmente são feitos apenas por cartão de crédito. O contato com o site acontece quase sempre por email e, ocasionalmente, pode ser feito por telefone, mas nem sempre com o mesmo atendente. Quando um novo atendente retoma o atendimento, seja por telefone ou email, muitas vezes não dá continuidade ao atendimento da forma necessária, ou seja, passa as mesmas informações que você já tinha ou passa condições diferentes das fornecidas anteriormente.

AGAXTUR (Diversos escritórios) - A Agaxtur é uma agência autorizada da Disney e Universal, com sede em Santos e escritórios em todo o Brasil. Realiza o atendimento pessoalmente ou por telefone. A compra da viagem pode ser parcelada em até 10x no cartão ou 6x no cheque. No caso dos ingressos, a compra pode ser parcelada em 6x, independentemente de ser no cartão ou cheque. 

DEBASTUR (Online e em São Bernardo) - Uma das agências mais baratas, por ser uma agência de menor tamanho. Assim como a Agaxtur, aceita o pagamento no crédito em 10x ou no cheque em 6x. Porém, os ingressos só podem ser parcelados se estiverem agregadados ao aéreo, hotel ou aluguel do veículo. São eficientes no atendimento e em fornecer informações.

ORLA TURISMO (Santos) - Assim como a Agaxtur e Debastur, parcela aéreo e hotel em 10x no cartão ou 6x no cheque. No caso dos ingressos, parcela em 6x no cheque.

HOTEL URBANO (Online) - O Hotel Urbano na verdade não é uma agência, é um redirecionador, assim como o groupon, um site de compras coletivas. Nele serão encontradas algumas das opções de compras mais baratas, porém, não é possível personalizar a oferta alterando dados do pacote e há poucas opções de parcelamento. Uma boa forma de usar o Hotel Urbano é visitando o anúncio e verificando dentro dele qual a agência que oferece o pacote. Você procura depois o telefone da agência, liga e personaliza seu pacote.


Os preços dos ingressos são muito parecidos em quaisquer destas agências. O que muda geralmente é o valor do aéreo, hotel e aluguel de veículo. No caso do seguro viagem, depende da seguradora contratada e não da agência.

Companhias aéreas

Além da escolha da agência, a escolha da companhia aérea terá grande influência no valor do pacote. Copa Airlines e Aeromexico geralmente oferecem os vôos mais baratos, sempre com escalas, seguida pela Us Airways e Gol. Isso significa que o avião para, geralmente no Panamá ou Venezuela, e há embarque e desembarque de passageiros, ou, troca de aeronave.

American Airlines e TAM geralmente oferecem os melhores valores para vôos diretos.

Sendo assim, o pacote mais barato envolveria o vôo pela Copa ou Aeromexico e a melhor condição de parcelamento envolveria a compra com boleto ou cheque de todo o pacote ou ao menos parte dele.

Outro detalhe: é possível voar direto para Orlando ou voar até Miami e completar o trajeto de carro, o que diminui muito o custo da viagem.

Escolhendo a data e duração da viagem


A parte mais importante do planejamento da viagem! Como gastar o mínimo o possível e obter o máximo de qualidade o possível?

A primeira coisa a saber é em que época do ano se irá viajar e para ficar quantos dias. A época mais barata do ano é entre agosto e outubro. As mais caras são em julho e janeiro.

Em determinadas épocas do ano, acontecem nos parques e na cidade eventos distintos:

Julho: Temporada de verão nos EUA / 4 de Julho
Outubro: Halloween
Novembro: Black Friday
Dezembro: Decoração temática e eventos de preparação do natal / Festas de natal / Festas de ano novo

Observe os seguintes detalhes:

- Quem vai com crianças provavelmente irá preferir as épocas de férias escolares. Porém julho e janeiro são os meses mais caros para se viajar de avião para o exterior. Uma boa opção pode ser ir em DEZEMBRO e voltar antes do natal. A alta temporada nos EUA é considerada apenas a segunda metade do mês de dezembro.
- Os meses mais baratos são os meses fora das férias escolares. Para quem vai sem crianças, isso irá baratear muito os custos. Algumas empresas, como a CVC, tem um simulador online onde você calcula o valor da passagem de acordo com a época da viagem.
- A quantidade de dias é importante. Se ficar pouco dias (menos de uma semana) as passagens aéreas ficam mais caras. Quanto mais dias, menos se paga pelas passagens aéreas. Também, dependendo do dia de ida e volta, as passagens ficam mais baratas. É complicado calcular, mas, em geral, viajar em dias de semana e que não antecedam feriados tornam as passagens mais baratas. Podemos dizer também que, obviamente, é inviável viajar menos de 7 dias.

Sobre a quantidade de dias a se ficar nos EUA, deve se pensar que cada dia a mais aumentará suas despesas em uma diária de hotel, 3 refeições, lanches, transporte e compras. É um gasto alto, mas para quem já gastou com as passagens aéreas, é um custo ínfimo. Provavelmente, cada dia a mais nos EUA custará entre 5% a 10% do valor das passagens. Eu sugiro que se fique no mínimo 7 dias e, para famílias de classe média, no máximo 14 dias. Quem tem condições para ficar mais do que isso, melhor, pois sempre tem o que fazer.

Algumas pessoas compram a viagem com o tamanho exato da quantidade de parques a ser visitados. Ou seja, se vou em 7 parques, vou comprar 7 dias de viagem. Isso é um grande erro! O dia em que se desembarca nos EUA é um dia em que você estará cansado demais para aproveitar qualquer coisa. O dia de voltar também é inutilizado para ir nos parques, pois você terá apenas uma pequena parte do dia livre e terá malas para arrumar. Além disso, é interessante intercalar as idas nos parques com dias de descanso ou com outras atividades. Por fim, além de tudo isso, é interessante evitar determinados parques da Disney no fim de semana, exceto se você for em "baixíssima temporada", pois as filas são muito grandes.

O ideal é ir em parques por dois dias e, no terceiro, realizar alguma outra atividade, como fazer compras, conhecer outras cidades da Florida, ficar na piscina do hotel, ir a jantares temáticos, etc.

Definida a quantidade de dias, é necessário saber se você comprará um pacote ou tudo separado. É mais barato comprar hotel e áereo junto! Você pode agregar ao pacote o aluguel de veículo, seguro viagem e ingresso se quiser, ou não. No caso dos ingressos e do seguro viagem, não haverá diferença de valor caso os coloque no pacote.

Visto B-2


O visto é uma autorização para entrar nos EUA que ficará impressa em uma página do seu passaporte.

O link que deve ser visitado para se conseguir informações sobre o visto é o do CSC Visa Information Service.

O tipo de visto necessário chama-se B-2 (visto de turismo). Novamente, crianças e bebês também precisam ter esse documento e há uma taxa de 160 doláres por pessoa.

É necessário entrar no site e iniciar o preenchimento dos formulários DS-160 e estar com a taxa paga - é gerado um boleto online. O preenchimento de cada formulário é muito demorado, por volta de 1h. Quando se trata de uma família, uma das pessoas fica responsável por fazer o cadastro e todos os processos ficam vinculados ao dessa pessoa. Após o preenchimento, será fornecido um calendário com as opções de datas para comparecimento à triagem e à entrevista. Antigamente, esse processo era muito longo mas, hoje, a espera é bastante pequena.

O primeiro lugar a se comparecer é o CASV, uma espécie de triagem onde você levará o seu passaporte e fotos. Crianças e bebês não precisam comparecer pessolmente, contanto que seus documentos sejam levados por seus pais. Adultos que emitirem uma procuração também não precisam comparecer pessoalmente - para isso, é melhor se informar sobre os requisitos na página do CSC. Há ainda, no site, alguns telefones de contatos onde informações podem ser fornecidas. 

Após esse passo, você deve retornar ao CASV para buscar seu passaporte e aguardar a data para comparecimento à entrevista no Consulado. Muitas pessoas tem medo de não terem seu visto aprovado nessa entrevista mas, hoje em dia, a chance de ser "reprovado" é pequena. Essas entrevistas podem ser feitas em diferentes estados e eu não sei como funciona fora do estado de SP. Sei que, em muitos estados não há um consulado, logo, as pessoas precisam "viajar" para os estados de SP e RJ para conseguir realizar suas entrevistas.

Na entrevista, seu passaporte fica do lado de fora. A guia de autenticação do formulário DS-160 deve ser levada impressa. Se você não levar, na porta, é cobrado BEM caro para imprimir cada guia destas. Pelo menos no estado de SP, o funcionário do consulado ficará dentro de uma cabine e você ficará de pé, fora da cabine, conversando através de uma espécie de microfone. A entrevista pode vir a ser conduzida em inglês ou em português, mas, se você não falar inglês, pode solicitar que seja feita em português. Serão feitas perguntas sobre sua vida pessoal, profissional e os interesses de sua viagem.

O que você deve saber:

- Fique extremamente atento aos documentos que devem ser levados em cada parte do processo do visto, assim como às datas.
- Para a triagem, ocasionalmente, são abertas datas de fim de semana. Se você só tiver disponibilidade no fim de semana, observe com atenção ao calendário indicado.
- As fotos são tiradas pessoalmente no dia da triagem. Se você não for pessoalmente, deve enviar a foto junto a seu procurador - o mesmo vale para fotos de crianças que não compareceram à triagem. MUITO cuidado com o padrão de foto exigido por eles. Não pode, por exemplo, estar com cabelo acima da sombrancelha. Informe-se sobre este detalhe!
- Não se preocupe nem se intimide com a entrevista!
- O estacionamento para a triagem e para o dia da entrevista - acontecem em lugares diferentes - é, geralmente, muito caro.
- Hoje, é possível adquirir a passagem aérea antes do passaporte e do visto. Se o fizer, calcule um prazo "folgado" para que dê tempo de providenciar os documentos.

É certo dizer que, para passaporte e visto, cada pessoa gastará entre 500 a 600 reais, dependendo da cotação do dólar no momento - incluindo bebês e crianças - além dos gastos para se transportar ao centro de triagem, para buscar o passaporte no centro de triagem e para o dia da entrevista.

Passaporte



A preparação para uma viagem para os EUA se inicia quando começamos a providenciar os documentos, o que, sugiro que seja feito com aproximadamente 6 meses de antecedência da viagem. Os documentos necessários para se realizar uma viagem para os EUA são, basicamente, o passaporte e o visto B2 - para visitantes. Esses documentos podem ser válidos por até 5 anos, dependendo da idade do viajante e são ambos pagos.

O primeiro documento a ser adquirido é o passaporte. Para isso, é necessário entrar no site da Polícia Federal, preencher o formulário, pagar a taxa (taxa GRU) e aguardar a data agendada para comparecer à polícia federal.

Para isso, é importante que se saiba o seguinte:
- A taxa GRU custa por volta de 170 reais. Se você já teve passaporte e o mesmo está expirado, é necessário apresentá-lo pessoalmente para renovar - e pagar a taxa GRU da mesma forma. Se você já teve passaporte e perdeu o mesmo, você deve pagar a taxa GRU em dobro e informar que o mesmo foi extraviado ao preencher seu formulário online.
- Crianças e bebês também precisam de passaporte e, para tirar seus passaportes, precisam ter RG. Por isso, se você for viajar com uma criança que ainda não tenha RG, na verdade, seu primeiro passo é tirar um RG para a criança, o que pode ser feito pessoalmente no Poupatempo mais próximo.
- O agendamento para o comparecimento presencial à Polícia Federal pode ter uma espera MUITO demorada, dependendo da cidade. Em São Paulo, na Lapa, o tempo de espera é pequeno. Em Santos, por exemplo, pode chegar a dois meses de espera para se requerer o passaporte. Quando, no site, lhe perguntarem onde você quer comparecer pessoalmente para requerer o passaporte, você não precisa necessariamente escolher a sua cidade.
- Se você tem muita pressa para requerer seu passaporte, é possível agilizar o processo. Após pagar a taxa GRU, você pode ir pessoalmente na Polícia Federal de sua cidade e tentar falar com o delegado responsável, apresentando o voucher de sua passagem de ida e volta já comprados. É possível que agilizem a data do seu agendamento, mas é apenas uma possibilidade.

O documento demora cerca de 30 dias para ficar pronto, porém, o número de protocolo fica liberado mais rapidamente e pode ser consultado indo pessoalmente na Polícia Federal.

De posse do número de protocolo, você pode entrar no site CSC para iniciar o procedimento do visto, mesmo que o passaporte ainda não esteja pronto - mas você vai precisar levá-lo ao centro de triagem do consulado na data agendada.

Mais barato e melhor


Vemos anúncios oferecendo viagens aos EUA com preços muito diversificados. Às vezes parece que essa viagem é caríssima e só pode ser comprada por pessoas muito ricas. Em outros momentos, parece tão barato que é difícil acreditar. Qual o real custo de se fazer uma viagem a Orlando?

Na verdade, alguns pacotes tem valores mais alto do que o necessário. E, em alguns outros, detalhes básicos no que se diz respeito ao preço, são ignorados. Ou, às vezes, você terá um custo adicional dentro dos EUA ao comprar um pacote muito barato.

E, além disso, quais os verdadeiros custos com seguros, alimentação, transporte, ingressos, compras, veículos, etc etc etc?

E qual a forma de se aproveitar o melhor o possível esta viagem? O que vale a pena fazer e o que não vale?

Este blog foi criado para tentar ajudar a responder a estas perguntas!

O que você precisa saber para organizar sua viagem, como organizei a minha - sem ter muito dinheiro disponível para isso - é que existe uma seqüência de passos (e custos) a serem cumpridos:

- Documentação - passaporte e visto
- Compra das passagens aéreas, hotel e aluguel de veículo (tudo ainda dentro do Brasil)
- Compra dos ingressos para os parques
- Compra do seguro viagem
- Preparação das malas
- Aeroporto (o dia da viagem)

E, sobre a viagem em si, é necessário saber antes de sair do Brasil como funciona:

- O avião
- Comunicação com os norte-ameircanos
- Dentro do hotel
- Alimentação
- Transporte
- As atrações nos parques e fora deles
- Os passeios que valem a pena e os que não valem
- Onde fazer compras
- Como organizar seu retorno


Este blog foi criado para auxiliar a tirar as dúvidas sobre esses itens!